O coordenador de projeto da GIZ e coordenador-executivo da PNME, Marcus Regis, publicou artigo no portal Para Onde Vamos sobre o futuro da mobilidade elétrica. No material, ele comenta que o momento é o de olhar para modelos bem sucedidos no mundo como um norte para construir propostas pensadas por nós e para nós.

“Nossas cidades refletem uma estrutura socioeconômica que tem falhado em alocar oportunidades justamente àqueles que as constroem. Para viver a cidadania com plenitude, precisamos ter acesso mais democrático à vida econômica, cultural e social, muitas vezes concentrada em espaços tão distantes – e não só fisicamente – daqueles em que moramos. Isso se faz, também, por meio de uma mobilidade pensada por pessoas e para as pessoas”, comentou.

Segundo o texto, este não é um desafio a ser enfrentado apenas com soluções técnicas. Neste sentido, Regis reforça o trabalho da Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica (PNME) que reúne mais de 30 instituições do governo, do mercado e da sociedade civil para propor estratégias e medidas concretas para a mobilidade elétrica no Brasil.

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Comentários (1)

fernando Landgraf disse:

Car@s
como pesquisador da área de engenharia de materiais para energia, sinto falta de informações sobre os desafios que a mobilidade elétrica coloca para o desenvolvimento de novos materiais, em particular para os materiais magnéticos envolvidos nos motores elétricos: os ímãs de terras raras , os aços para fins eletromagnéticos, as ferritas e os nanocristalinos para os filtros e indutores dos conversores. Encontram-se informações na literatura, mas não é clara a conexão com as demandas reais dos fabricantes.

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